21 de outubro de 2011

Todos os caminhos.

Eu já me perguntei se o tempo poderá realizar meus sonhos e desejos. Será que eu já não sei por onde procurar ou todos os caminhos dão no mesmo? 
O certo é que eu não sei o que virá. Só posso te pedir que nunca se leve tão a sério, nunca se deixe levar. Que a vida é parte do mistério, é tanta coisa pra se desvendar.
Por tudo que eu andei e o tanto que faltar, não dá pra se prever nem o futuro. O escuro que se vê quem sabe pode iluminar os corações perdidos sobre o muro. 
E o certo que eu não sei o que virá. Só posso te pedir que nunca se leve tão a serio, nunca se deixe levar. Que a vida, a nossa vida passa e não há tempo pra desperdiçar.
GD.

14 de outubro de 2011

Deixa eu te dizer antes que o ônibus parta.


Você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira. É, não estou sendo agressiva não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente.

Trecho do texto "Para uma avenca partindo" de Caio F. Abreu.
GD.

6 de outubro de 2011

E agora?


Me peguei a pensar se as pessoas mudariam por um motivo maior do que parar de fazer algo ou de ser como é. Quero dizer: será que uma pessoa estaria disposta a mudar a maneira “errada” de agir por outra pessoa? Será que as pessoas realmente mudam? Será que ter uma pessoa ao lado para dar apoio seria um estímulo para que isso acontecesse?

Na realidade tenho uma onda de perguntas onde todas as respostas que preciso chegarão depois de um tempo a procurá-las.

Pensando melhor, como mudar uma pessoa que não quer ou parece não querer mudar? Uma pessoa que não vê em seu reflexo o quão grande ela é? Uma pessoa que não enxerga o quão longe ela pode chegar? Uma pessoa que não dá o devido valor a ela mesma?

Será que essa pessoa abriria os olhos com a ajuda de outros olhos? Confiar mais nela mesma, não só na vida profissional, mas se dar o valor na vida pessoal? Ou apenas que ela pode ser a mudança em seu próprio mundo?

São perguntas sem respostas exatas. Elas dependem de outras pessoas, de outras perguntas. Mas é ai que eu mais uma vez pergunto: será que uma pessoa teria força para ajudar outra pessoa a mudar? Será que haveria um motivo maior para despertar a vontade de fazer a diferença na vida de alguém?


Você estaria disposto? Você gostaria de ser o motivo da mudança na vida de alguém? Será que valeria a pena? Será?



GD.

30 de setembro de 2011

Uma balada nova.


Baby, eu sinto a sua falta. No fundo, não é melhor assim. Eu sei dos meus pecados errados, do tempo que eu levei. No fundo do poço eu me encontrei e eu juro, estou puro.

Porque você não volta pra mim, me dá a sua mão? Por que não tentar de novo, talvez? Eu não estou seguro, mas eu fiz uma balada nova e de todas que eu fiz, pra você, essa é a melhor.

Eu juro, estou puro e eu te quero bem. Eu juro, estou seguro. Por que você não volta para mim, me dá a sua mão? Por que não tentar de novo, talvez? Eu sei que eu te magoei. Eu sei o quanto eu errei, mas sei também que quando um homem erra feio
e se arrepende, isso dói pra valer.

Estive tão longe daqui. Estive tão longe de todos que eu amei e estou pedindo o seu perdão. Estou pedindo pra você por que não?!


GD.

26 de setembro de 2011

Você me entende, eu sei que entende.


Aquela pergunta que não quer calar: Por que nós mulheres nos apegamos em pequenas coisas e fazemos delas quase o fim do mundo?

Tenho pensado muito nessa pergunta. Coisas pequenas, que para os outros não fazem a menor diferença. Particularidades que trazem palpitações a pequenos corações.

Apegamos, e o apego dói até que de maneira natural ou por pura e espontânea pressão ele suma. Praticar o desapego não é tão fácil, deixa sequelas, trás marcas. É como doar um brinquedo que por anos fez dos seus dias os melhores da sua vida. Mas, ele tem que ir e até que isso aconteça, sofremos.

Por dias parece que todas as músicas falam com você. Dizem o que você quer escutar ou falar para alguém. Todos os lugares se ligam, constroem pontes, fazem relação com o apego. Parece que todo mundo só usa a mesma roupa, o mesmo perfume. Tem o mesmo jeito, falam da mesma maneira.

Você procura pelo diferente, mas ele nunca aparece. E quando resolve aparecer, começa tudo outra vez, o antigo apego some e o novo entra. É um ciclo.

Porém, por mais que tenhamos a certeza de que o apego de agora irá embora em alguma hora, a gente continua sofrendo e torcendo para não precisar se desapegar.


Você me entende, eu sei que entende.



GD.